Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global. E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostraContinuar lendo “Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal””
Arquivos da categoria: Política Monetária, Tributação e Dívida Pública
Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje
Com informações do Jornal GGN Na sessão solene da Câmara dos Deputados que registrou os 60 anos do Banco Central, Gabriel Galípolo aproveitou a oportunidade para justificar a taxa Selic, que atualmente é de 14,25% ao ano. Diante das críticas dos parlamentares, ele atribuiu as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) ao dinamismo daContinuar lendo “Nunca antes a política monetária foi tão cara para o Brasil como é hoje”
Financismo continua no comando
Paulo Kliass “A meta de zerar o déficit primário e a tentativa de obter até mesmo saldo positivo nas contas públicas compromete qualquer projeto de mudar a qualidade do processo de crescimento da economia” As notícias divulgadas ao longo do mês de março a respeito da política econômica do terceiro mandato do Presidente Lula infelizmenteContinuar lendo “Financismo continua no comando”
Alta dos juros sempre impulsiona crescimento da dívida pública
O professor Fernando Nogueira da Costa mostra no artigo abaixo que a relação dívida/PIB deve marcar um pouco acima do gráfico, agora que o IBGE indicou os números finais do Produto Interno Bruto do ano passado. Mas o destaque do quadro é a tendência de alta da relação, devido ao crescimento da taxa Selic reuniãoContinuar lendo “Alta dos juros sempre impulsiona crescimento da dívida pública”
História e atualidade da politica monetária
Em artigo do Valor, Luque, Silber, Luna e Zagha analisam a situação do tripé macroeconômico brasileiro (autonomia do BC, com metas do CMN; câmbio flutuante; e superavit primário) à luz das prática internacionais dos bancos centrais. Os autores citam o professor de Harvard, Mankiw: O desafio dos economistas consiste em encontrar respostas para essas perguntasContinuar lendo “História e atualidade da politica monetária”
Banco Central: novos tempos ou mais do mesmo?
A nova temporada de A Política Nua e Crua, apresentada por Amaury Monteiro Jr. no Canal Arte Agora, teve em sua estreia comentário sobre a sucessão presidencial no Banco Central do Brasil. O ambiente já é velho conhecido: juros crescendo e aumentando a bolsa-banqueiro, dividendos extraordinários pagos com o nosso petróleo, vendido refinado ao públicoContinuar lendo “Banco Central: novos tempos ou mais do mesmo?”
A inflação de alimentos no Brasil
O Corecon-SP apresentou na TV Economistas debate sobre os recentes impactos dos alimentos na alta de preços experimentada pelo Brasil no final de 2024. O coordenador da Comissão de Políticas Públicas e Superação da Desigualdade Social, Antonio Prado, moderou a conversa. O evento teve apresentação do professor José Giacomo Baccarin, agrônomo, diretor do Instituto FomeContinuar lendo “A inflação de alimentos no Brasil”
Aumento das provisões de crédito nas instituições financeiras
O aumento das provisões para devedores duvidosos, exigido às instituições financeiras a partir deste ano, proporcionará menos crédito à economia ou demandará reforço de capital para suportar as novas reservas, que se estimam na casa dos R$ 38 bilhões. A medida está em linha com o novo padrão contábil que se quer adotar e reforçaContinuar lendo “Aumento das provisões de crédito nas instituições financeiras”
Haddad e os 3 D de Paulo Guedes
Desvincular o BPC e o abono salarial do salário mínimo; Desindexar os benefícios previdenciários da inflação; e Desobrigar o governo a aumentar os gastos de saúde e educação conforme o aumento da receita tributária. Embora o país tenha PIB crescendo a 3,5%, com viés de alta; o desemprego marque 6% da população economicamente ativa –Continuar lendo “Haddad e os 3 D de Paulo Guedes”
IPEA mostra regressividade tributária para renda pessoal acima de R$ 100 mil mensais
Entre as parcelas isentas de tributos, as pessoas físicas com maiores renda do trabalho não pagam sobre o que recebem na forma de lucros e dividendos nem os salários indiretos oferecidos pelas empresas – cobertura de despesas pessoais pela pessoa jurídica. Uma das aplicações práticas do estudo é a possibilidade de ampliar a faixa deContinuar lendo “IPEA mostra regressividade tributária para renda pessoal acima de R$ 100 mil mensais”