O módico coletivo amealha fortuna de USD 14 trilhões, pouco menos que o PIB chinês e superior à metade do que os EUA produzem por ano; o valor é três vezes o PIB alemão, terceiro colocado na lista das maiores economias. O valor também representa quase dois mil dólares por habitante do mundo, nas mãosContinuar lendo “Forbes lista 2.781 bilionários no planeta”
Arquivos da categoria: Economia global
As reservas voluntárias dos bancos comerciais são muito superiores aos requerimentos legais. E daí?
Oreiro explica por que ocorre o aumento das reservas voluntárias nos países centrais do capitalismo internacional, para além dos movimentos derivados da crise financeira global de 2008, originada nos EUA e seus papeis podres. Os efeitos concentracionistas nesses países e sobre o conjunto do planeta pode ser aferido abaixo, em termos de restrição ao créditoContinuar lendo “As reservas voluntárias dos bancos comerciais são muito superiores aos requerimentos legais. E daí?”
BRICS e G7 no comércio internacional
Fernando Nogueira da Costa traz o levantamento do International Trade Center sobre o comércio global. De se notar que a China, que há cinquenta anos produzia menos que o Brasil, é destaque tanto na ponta compradora como vendedora.
O que sabemos sobre a Economia Mundial
Fernando Nogueira da Costa traz de Martin Wolf, no Financial Times, cinco características relevantes do mundo atual: demografia, mudança climática, avanço tecnológico, difusão do conhecimento e crescimento econômico.
As fábulas e as finanças
Fernando Nogueria da Costa, em seu blogue Cidadania e Cultura, correlaciona antigas histórias da moral humana com o açodo acumulativo monetário dos dias de hoje. São fábulas muito conhecidas, cuja aplicação ao mundo financeiro do capitalismo cai como uma luva. À sequência, Costa traz mais fábulas, desta vez focadas no comportamento e no relacionamento humano.
2008: bolha imobiliária e subprimes nos EUA
O economista Paulo Gala resume, em dez pontos, como foi o estouro da crise financeira de 2008 nos EUA, com reflexos negativos em todo o mundo capitalista. Se é natural a superprodução em períodos de ascenção do modo de produção, o evento já se deu na fase do capitalismo financeiro. O desenvolvimento capitalista pode serContinuar lendo “2008: bolha imobiliária e subprimes nos EUA”
A concentração bancária nos EUA
Embora ainda menor que os principais bancos chineses, imperssiona como, em pouco mais de um século, o JP Morgan Chase partiu de um banco sem capital, exceto a confiança popular dos acometidos pelo terremoto californiano de 1904 no senho JP, a dono de parcela substantiva da economia estadunidense. O relato de Fernando Nogueira da Costa,Continuar lendo “A concentração bancária nos EUA”
Baixo investimento em capital fixo no Reino Unido reflete em baixo crescimento do PIB
Luciano Siqueira registra, no Blogue do Renato, uma amostra da limitação ao crescimento dos meios de produção que o desenvolvimento capitalista tem produzido em várias das economias de grande porte no mundo. Citando Martin Wolf, “o dinamismo econômico do Reino Unido evaporou”. É um alerta para o Brasil, mais ainda dada a característica dependente daContinuar lendo “Baixo investimento em capital fixo no Reino Unido reflete em baixo crescimento do PIB”
Argentina: dolarização sem reservas cambiais?
Às vésperas da escolha sucessória na Argentina, encontramos o país vizinho ao Brasil hiperinflacionado e com parcela significativamente maior que a brasileira em condição de pobreza extrema, ao mesmo tempo em que a economia cresce mais e a renda média individual é maior que a brasileira. Tem uns tantos anos que um primo de láContinuar lendo “Argentina: dolarização sem reservas cambiais?”
A novíssima dependência
Luiz Müller traz, em seu blogue, o comentário do professor de economia da Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo, sobre o livro de Crivelenti, que conextualiza a inserção subordina do Brasil nos mercados globais fortemente hegemonizados pelo capital financeiro. Belluzzo mostra que, na etapa ulterior do desenvolvimento capitalista, são as finanças que comandam a organização da economia:Continuar lendo “A novíssima dependência”