Eduardo Iglesias

Eduardo e eu fomos vizinhos por décadas. Semanas antes de completar a sua vida, o artista nos autografou um exemplar do livro Memórias de uma Tarde Violeta, em que Jacob Klintowicz retrata a obra da vida dele. O livro bilíngue de 2020 tem 164 páginas, a maioria mostrando obras de Iglesias, e foi produzido peloContinuar lendo “Eduardo Iglesias”

O português não é para amador!

Um poeta escreveu:“Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar”.Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável…Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento éContinuar lendo “O português não é para amador!”

Nelson Mandela: uma crônica de liberdade e humanismo

“Depois que me tornei presidente, pedi ao meu acompanhante que fossemos almoçar em um restaurante. Sentamo-nos e cada um de nós pediu o que queria. Na mesa da frente, havia um homem esperando para ser servido. Quando ele foi servido, eu disse a um dos meus soldados: vá e peça àquele homem que se junteContinuar lendo “Nelson Mandela: uma crônica de liberdade e humanismo”

Aquarela brasileira

Qual o enredo deste 3 de Julho? Cabem Gonzaguinha e “ninguém quer a morte, só saúde e sorte“; Chico Buarque e “dormia a Pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída, em tenebrosas transações“; e também dele “amanhã vai ser outro dia“. Ilustremos este domingo de inverno com Martinho da Vila. Vejam essa maravilhaContinuar lendo “Aquarela brasileira”