Manchetes do dia – 15.9.2026

Hora do Povo – “A grande dívida do Brasil é a taxa de juros que nós pagamos, R$ 1,3 trilhão [em 12 meses], afirma o presidente Lula. “Para gerar emprego, a economia tem que crescer, e para a economia crescer, o governo tem que investir. E para o governo investir, é preciso parar com essa babaquice de fazer superávit, de ter controle fiscal ”, declarou o presidente Lula, durante comício em Curitiba (PR), criticando o arrocho fiscal. Esta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, volta a se reunir para definir a taxa Selic, hoje em 14%.

Vermelho –  Um documento de 22 páginas elaborado por André Marinho, aliado de Flávio Bolsonaro (PL) e candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Novo, detalha como um eventual governo do senador buscaria transformar o Brasil em fornecedor estratégico de minerais críticos e terras raras dos Estados Unidos, dentro de uma cadeia de abastecimento alinhada a Washington e em oposição à China.

Jornal GGN – A confiança dos empresários da indústria voltou a cair em setembro. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado nesta segunda-feira (14) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), recuou 1,4 ponto, passando de 46,3 para 44,9 pontos. O resultado mantém o indicador abaixo da marca de 50 pontos, que separa um cenário de confiança de uma percepção de pessimismo.

Grabois – Trump pretende restabelecer a hegemonia dos Estados Unidos e, nesta estratégia, o óleo e o gás natural são fundamentais. O acordo com a Venezuela é explícito em seus objetivos: acessar os campos de petróleo, substituir russos e chineses pelo capital estadunidense e submeter o regime político do país a seu exclusivo interesse. A doutrina Monroe é mencionada pela Casa Branca a respeito do “maior negócio em óleo da história”, como colocou o presidente em sua mensagem.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

A relação entre Flávio “Bolsomaster” e o “Careca do INSS”

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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