Vermelho – A decisão do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de mandar quebrar o sigilo de todo o caso Banco Master, dois dias depois de Lula exigir que as investigações fossem abertas integralmente, “seja quem for, doa a quem doer”, tira o caso das sombras nas quais o também ministro André Mendonça o havia deixado. O que aparecia em pedaços começa a ser colocado sob a luz pública. E, quando a luz chega, desfaz-se a versão de Flávio Bolsonaro, de que tudo não passaria de perseguição política.
Hora do Povo – Demorou mas veio à tona o que o ministro André Mendonça, do STF, estava escondendo. Flávio amealhou R$ 65 milhões do banqueiro dono do Banco Master para irrigar seu esquema político. Emendas parlamentares também foram usadas para engrossar a bolada e a Polícia Federal já está no encalço de toda a quadrilha. As mensagens mostram que Eduardo Bolsonaro orientou como devia fazer para ocultar os recursos enviados para os Estados Unidos. O fundo Havengate, que estava inativo há quatro anos, foi acionado para receber o dinheiro transferido ilegalmente pelo banqueiro ladrão.
Hora do Povo – Lula colocou o desenvolvimento econômico no centro de seu discurso durante comício realizado em Curitiba (PR). “Para gerar emprego, a economia tem que crescer. E para a economia crescer, o governo tem que investir. E para o governo investir, é preciso parar com essa babaquice de fazer superávit, fazer superávit, de ter controle fiscal”. “A grande dívida do Brasil é a taxa de juro que nós pagamos. Isso é que é grande. O restante é investimento”, declarou.
A Terra é Redonda – Durante grande parte do século XX, o fascismo foi explicado principalmente por fatores econômicos, institucionais ou ideológicos. No entanto, deixam aberta uma questão que Wilhelm Reich formulou de maneira particularmente original em A psicologia de massas do fascismo: por que populações inteiras podem desejar regimes que restringem sua própria liberdade?



