15º Congresso: Plataforma emergencial e de reconstrução nacional

Ao oferecer ao Brasil o seu projeto de resolução do 15º Congresso do PCdoB, em curso, o partido havia prometido detalhar as medidas emergenciais e de reconstrução do país, recordista mundial de mortes virais e crescentemente dependente e miserável, o que o faz agora.
Como então dissemos, é um debate de interesse de todos os brasileiros de ilibado caráter para, juntos, em frente ampla, retomarmos as rédeas do nosso desenvolvimento econômico e social, primeiro estancando a sangria e as lágrimas e depois aproveitando as imensas oportunidades naturais do nosso território e a capacidade intelectual e laboral da nossa gente.
Hora de pensar com a nossa própria cabeça e caminhar com as nossas próprias pernas, como sempre lembrava o governador Orestes Quércia.

Blog do Renato

Aprovado pelo Comitê Central, no último dia 30, passa a fazer parte dos debates do 15º Congresso do PCdoB o documentoDiretrizes para uma plataforma emergencial de reconstrução nacional.

O texto complementa oProjeto de Resoluçãoà medida que aponta saídas para o país superar crise, criando assim condições para desencadear um processo que reconstrua o país seriamente atingido pelo desastroso governo Bolsonaro.

O documento é constituído de três partes: “1- Desmonte do Estado e das bases econômicas e sociais do país; medidas emergenciais em defesa da vida, da democracia e do emprego; e reconstrução nacional.”

Leia a íntegra:

Diretrizes para uma plataforma emergencial de reconstrução nacional

I – Desmonte do Estado e das bases econômicas e sociais do país

Baseado nos números favoráveis do Produto Interno Bruto (PIB), do primeiro trimestre de 2021, o ministro Paulo Guedes começou a alardear que a economia já saiu da crise. No…

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Instituto Cultural Israelita Brasileiro, conselheiro da CNTU e Aguaviva, membro da direção estadual paulista do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

4 comentários em “15º Congresso: Plataforma emergencial e de reconstrução nacional

  1. Enquanto a CV regride no mundo todo, como era esperado acontecer com todas as viroses respiratórias em seu ciclo de vida parabólico que lembra a curva de Gauss de distribuição das probabilidades, bem familiar aos estatísticos e matemáticos, alguns economistas, médicos e de nenhum sindicalista militante da torcida necrológica, vimos durante os três ciclos da revolução industrial, ou, as três revoluções industriais em três fases na linha do tempo, a sucessão de eras de dominação e de hegemonia e a quinta e sexta revolução seriam a dos robôs e IA, nanomateriais, totônica, e engenharia genética, a quarta era seria a abortada era da energia nuclear e da informática. Nada como a história da própria ciência para nos mostrar a inutilidade da obsessão dos despreparados intelectuais orgânicos em apontar sempre o progresso científico como a bússola da humanidade e da civilização.
    Nada mais fútil do que a tecnologia e a sua matriz o conhecimento científico.
    O próximo modelo de celular estará nas lojas dentro de dois ou quatro anos derrogando e transformando em lixo o récen lançado modelo iphone 14. Assim caminha a humanidade, não faz um século e a pequena maravilha tecnológica da Alemanha o Fusca era a obra prima do estado da arte da mecânica afinada do mercado automoblístico.
    Nada de mais,nem se passou um século do projeto do fusca pelo engenheiro tcheco Ledwinka roubado por Feredinand Porsche para se gabar diante de Adolf Hitler.
    A cultura de trigo continua a mesma depois de seis mil anos, e pode a humanidade sobreviver sem o fusca e sem o celular, mas não sem o trigo.
    Não estou querendo dizer que a tecnologia não merece a atenção do Estado, mas não é um degrau na falsa pirâmide do conhecimento, a base do conhecimento de hoje e de ontem nada servirá para a tecnologia de amanhã cedo para a humanidade, porque o conhecimento científico é feito aos saltos com rupturas, quando o primeiro Ford T era lançado pelas linhas de montagem nos EUA ainda estavam pendentes os pedidos de aprovação de cerca de 2000 modelos diversos de ferraduras para cavalos, os grandes fabricantes de carruagens e de diligências puxadas a cavalos e éguas nenhum deles investiu na construção de automóveis.
    O ser humano detesta saltos descontínuos porque acredita na escalabilidade e na progressão e acumulação do conhecimento, então a física quântica rompe com a física clássica e ninguém menos que Einstein duvida daquela ciência nova de jogo de dados estatísticos. O único caminho é a ruptura das velhas ideias que nem sequer merecem uma revisão. Lixo da história.

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    1. No arremesso de martelo do atletismo olímpico vimos o carrinho por controle remoto que retornava a peça após a participação de cada competidor – uns 75 metros no torneio masculino. Poderia ser uma pessoa a carrega-la, mas a tecnologia aplicada poupou bom esforço humano.

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