Robson Peres, violinista e poeta

No sol poente da Praia de Aparecida, em Santos, fomos brindados com um marcador de livros de Robson Peres, poliartista santista que ora vamos conhecer um pouco mais. Ou melhor, vamos ouvir uma amostra da sua bela e afinada arte! Poema e música Velhas Modernidades Samira dança ao violino Verbo Dançante Um solo ao violinoContinuar lendo “Robson Peres, violinista e poeta”

A revolução começa agora

Samba-enredo 2023 Composição: Julio Assis / Diego Rosa / Leo do Piso Aprenda a letra com a bateria Veja o desfile na avenida Oh, oh, ohOh, oh, ohA revolução começa agoraOnde o povo fez históriaE a escola não contouMarco dos heróis e heroínasDas batalhas genuínasDo desquite do invasorNaquele 2 de julho, o Sol do triunfarEContinuar lendo “A revolução começa agora”

A cultura brasileira na luta de ideias

Seminário de Estudos avançados – Mesa 3 Após o debate sobre a guerra cultural, em a realidade brasileira, foi a vez da doutora Jandira Feghali e dos professores Demerval Saviani e Fábio Pallacio conversarem sobre a afirmação da cultura brasileira e o trabalho pela hegemonia das ideias e valores progressistas, sob mediação do arquiteto JavierContinuar lendo “A cultura brasileira na luta de ideias”

Fim-de-semana carnavalesco

#VacinaSim Desfiles em Santos, no Rio e São Paulo, os Demônios da Garoa e muitos jogos para o carnaval. Folia Sim, Assédio Não Quebra-cabeça em tempo real A Poki disponibiliza nas redes muitos jogos para entreter e exercitar a mente. Este é um deles, o objetivo é completar os tubos com líquido da mesma cor.Continuar lendo “Fim-de-semana carnavalesco”

A guerra cultural

Seminário de Estudos avançados – Mesa 2 Dando sequência aos desafios do novo governo, em a realidade brasileira, o ex-deputado federal Aldo Arantes conversou com o professor João Cezar de Castro Rocha, a jornalista Renata Mielli e o sociólogo Sergio Amadeu sobre como derrotar o bolsonarismo insepulto no campo das ideias. Aos debatedores, Arantes trouxeContinuar lendo “A guerra cultural”

Brecht: atual como sempre

Carlos Pinto Cresci como filho de pessoas que têm bens. Meu pais puseram-me um colarinho em volta do pescoço e habituaram-me a ser servido. E ensinaram-me a arte de mandar. Mas quando cresci e olhei à minha volta Não me agradaram nem as pessoas de minha classe, Nem o comando, nem tampouco ser servido. AbandoneiContinuar lendo “Brecht: atual como sempre”