Manchetes do dia – 31.7.2026

Economistas pela Democracia – Analistas na mídia com frequência apresentam o Brasil como um país mergulhado em uma grave crise fiscal, na qual um suposto aumento descontrolado dos gastos públicos produziria déficits primários crescentes, que conduziriam a uma expansão insustentável da dívida pública. Para financiar essa dívida, os investidores passariam a exigir taxas de juros cada vez mais elevadas.

Apito Brasil – As decisões que moldam o futuro do Banco Central do Brasil transcendem os limites de qualquer categoria profissional. Elas repercutem sobre a estrutura do Estado, a estabilidade institucional, a segurança jurídica e a credibilidade de uma das mais importantes instituições públicas do país. Por essa razão, o debate em torno da PEC nº 65/2023 exige responsabilidade, rigor técnico e absoluto compromisso com a verdade. Entretanto, quando informações imprecisas substituem a análise dos fatos perde a qualidade do debate público sobre o tema.

Vermelho – A taxa de desemprego no trimestre encerrado em junho foi de 5,4%, a menor da série histórica iniciada em 2012, com redução de 0,7 ponto percentual (pp) em relação ao trimestre anterior, quando estava em 6,1%. Também foi verificada queda de 0,4 pp na comparação com o mesmo trimestre de 2025, que marcou 5,8%. as pessoas empregadas somam 103,1 milhões, um milhão a mais ante o trimestre anterior.

Hora do Povo – A força de trabalho brasileira desocupada nos EUA! Nos Estados Unidos, o número de adultos classificados como “fora da força de trabalho” (NILF, na sigla em inglês) atingiu o recorde histórico de 105,8 milhões em junho. Pelo critério do Fed, estão fora da força de trabalho os aposentados, estudantes em tempo integral, donas de casa fixas e incapacitados de longo prazo. Recorde que é alcançado no mesmo mês em que 832 mil americanos deixaram a força de trabalho e as empresas americanas criaram apenas 57 mil empregos.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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