O sistema financeiro nacional na contramão do “desenvolvimento equilibrado do país”

A política de aumento de juros não faz sentido. O Brasil segue uma política monetária que, no curto prazo, tem pouco impacto no controle da inflação, mas que resulta em enormes gastos com juros da dívida pública, recursos que poderiam ser usados de forma mais produtiva

Na entrevista abaixo à 247, José Luiz Oreiro aponta alternativas ao desperdício do dinheiro público com juros da dívida. Uma redução à metade da despesa permitiria o país, em uma década, se livrar a principalidade da dívida pública em seu rol de problemas.

O economista da UNB comentou também que a proposta de emenda constitucional que visa comutar o Banco Central de autarquia autônoma em empresa independente não é positiva para o Brasil: a PEC 65/2023 não passa de “puro patrimonialismo“.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

Um comentário em “O sistema financeiro nacional na contramão do “desenvolvimento equilibrado do país”

Deixe um comentário