Sobre continências e incontinências

Uma das raras manifestações oficiais sobre 31.3.1964 veio, agora que o Comandante Supremo (das Forças Armadas) está com crescentes dificuldades no uso das redes sociais, do seu subalterno General Mourão, escolhido pelo povo brasileiro como seu auxiliar, substituto e sucessor. Todo mundo conhece a história de Mort Walker, militar estadunidense cuja baixa considerou uma condecoração,Continuar lendo “Sobre continências e incontinências”

O grito dos incluídos

Na esquina de casa, quem passou de carro ecoou o grito preso na garganta de quem estava nas janelas dos apartamentos. Os poucos transeuntes pararam para fotografar e aplaudir. Mesmo separados no combate coletivo ao vírus, todos se juntaram em uma orquestra de panelas em defesa do futuro do Brasil. O chamamento unânime das CentraisContinuar lendo “O grito dos incluídos”

As marionetes do Poder real

Os muitos comentários sobre estes dias que não se viam desde o século passado nos exigem algumas reflexões. Já há quem proponha para 15 de Março próximo o epípeto de Dia do Otário, mas nos parece desmesurada a proposta legislativa. No entanto, antes de o Presidente convocar o povo às ruas para defender o seuContinuar lendo “As marionetes do Poder real”

Na marra, não pode!

Vem do iluminismo francês o apreço humano pela democracia, pelo debate de ideias e pela unidade de ação. Não por menos que a Constituição da República Federativa do Brasil funda-se no Estado Democrático de Direito. O poder que emana do povo e em seu nome é exercido não pode ser atacado senão segundo as regrasContinuar lendo “Na marra, não pode!”

Fim da República?

O Excelentíssimo Senhor Deputado Federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança declarou que Jair Bolsonaro talvez seja o último Presidente da República Federativa do Brasil. Já o Chefe de Estado retribuiu com loas de preferência pelo “Príncipe” em vez “desse Mourão aí”. As práticas pouco republicanas do ocupante nº 38 da cadeira inaugurada em 1889Continuar lendo “Fim da República?”