Manchetes do dia – 26.8.2026

Jornal GGN – Maurício Luperi: há uma afirmação que se tornou quase automática no debate econômico brasileiro. A dívida cresce? O governo gastou demais. O déficit aumenta? Faltou austeridade. Os juros permanecem elevados? Seriam consequência do risco fiscal provocado pelo excesso de gasto público. Para compreender por que um governo apresenta determinado déficit, é necessário separar pelo menos dois componentes: o resultado primário e a despesa líquida de juros.

Economistas pela Democracia – Há mesmo um “precipício” nas contas públicas brasileiras? O economista José Sergio Gabrielli de Azevedo questiona a narrativa de que o país estaria à beira de uma crise da dívida provocada pelo descontrole dos gastos públicos. A partir de dados do BCl, do Tesouro e do Boletim Focus, ele argumenta que a trajetória do déficit primário não indica uma explosão das contas públicas e sustenta que o principal fator de crescimento da dívida está nos elevados juros reais.

Hora do Povo – O professor do Instituto de Energia e Ambiente da USP e ex-diretor da Petrobrás, Ildo Sauer, um dos “pais do pressal”, considerou a descoberta de petróleo na Margem Equatorial brasileira pela estatal com uma notícia “muito animadora”. Em entrevista à BBC News, Sauer disse que é necessário debater mudanças no atual modelo de exploração. Segundo ele, o formato vigente destina à sociedade apenas uma pequena parcela da riqueza gerada pelo petróleo, o que inviabiliza qualquer transformação real na vida dos brasileiros.

Sputnik Veja como ficou o ranking do PIB por paridade do poder de compra em 2026: 1. China — US$ 43,49 trilhões (cerca de R$ 224,5 trilhões); 2. EUA — US$ 31,82 trilhões (cerca de R$ 164,3 trilhões); 3. Índia — US$ 19,14 trilhões (cerca de R$ 98,8 trilhões); 4. Rússia — US$ 7,34 trilhões (cerca de R$ 37,9 trilhões); 5. Japão — US$ 6,92 trilhões (cerca de R$ 35,7 trilhões); e 6. Alemanha — US$ 6,32 trilhões (cerca de R$ 32,6 trilhões).

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

‘Vida piorou’ sob o pai de Flávio, quando havia fila do osso e pessoas revirando caminhão de lixo para comer

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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