Veja – Coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, a economista Daniella Marques defendeu o enxugamento de estatais e ministérios em caso de eleição do filho primogênito do ex-presidente. “Não me vejo em uma candidatura extremada. O que propomos é um governo de transição para as próximas gerações, com uma PEC de não reeleição, em que pretendemos reavaliar as estatais, conforme suas necessidades” e substituir funcionários públicos por IA.
Diálogos do Sul – Sua obra, seus discursos e sua Carta-Testamento constituem uma verdadeira doutrina do trabalhismo brasileiro. Um trabalhismo que não se limita às relações entre capital e trabalho, mas propõe a construção de um Estado nacional capaz de conduzir um projeto soberano de desenvolvimento, industrialização e inclusão social. Essa doutrina não morreu com Getúlio. Outros grandes nomes do trabalhismo deram continuidade à sua obra e aprofundaram seu conteúdo.
Wikipedia – 133 anos após sua morte, em 24 de agosto de 1882, a Ordem dos Advogados do Brasil, Seção São Paulo, concedeu o título de “advogado” a Luis Gama, uma vez que atuava como “provisionado” ou abolicionista – libertou mais de 500 escravos. Segundo o Presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, “Trata-se de uma justíssima homenagem a quem tanto lutou por liberdade, igualdade e respeito”.
BBC – Algo misterioso vem acontecendo no mundo dos livros usados. Nos últimos meses, livreiros independentes têm observado um padrão estranho de compras, que resulta no envio de grandes quantidades de seus romances para armazéns distantes. Em uma semana típica, Stuart Manley, da livraria Barter Books, em Northumberland, um condado no norte da Inglaterra, costumava vender entre dois e três mil livros. Mas um único pedido feito recentemente, por uma empresa canadense, igualou o volume que ele esperaria movimentar em sete dias.



