Manchetes do dia – 20.4.2026

Vermelho – Em Barcelona, Espanha, na quarta reunião de alto nível do Fórum de Defesa da Democracia, Lula destacou que os países têm outros problemas para enfrentar e o mundo “não está precisando de guerra”. “Temos mais de 760 milhões de pessoas passando fome, temos milhões de pessoas analfabetas, tivemos milhões de pessoas que morreram porque não tinha vacina contra a covid-19”, continuou. O presidente está na Europa onde cumprirá agenda em três países.

Vermelho – O crescimento econômico do Brasil deve surpreender mais uma vez em 2026. A Confederação Nacional da Indústria aumentou a previsão do PIB do país neste ano de 1,8% para 2%. Com essa revisão positiva, a CNI junta-se ao Fundo Monetário Internacional, que deu a largada para a temporada de correções sobre as projeções da economia brasileira. O FMI elevou de 1,6% para 1,9% a estimativa do PIB nacional, o que deve colocar o país novamente entre as dez maiores economias do mundo.

Hora do Povo –  A diretoria da Petrobrás, seguindo a orientação do governo Lula, anunciou que está analisando os caminhos para retornar ao mercado de distribuição de combustíveis e gás. O setor foi privatizado por Jair Bolsonaro e Paulo Guedes e, por conta de toda essa lambança no setor de distribuição, o Brasil se tornou mais vulnerável as oscilações do mercado internacional de petróleo, como a que ocorre atualmente, após a agressão dos EUA e Israel ao Irã e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

Hora do Povo – Ao longo de quase quatro décadas de Renovação (Đổi Mới), o Vietnã transformou-se vigorosamente de uma nação pobre, gravemente devastada pela guerra, em uma economia de mercado de orientação socialista cada vez mais completa, moderna e dinâmica. Hoje, o país está profundamente integrado ao mundo, mantendo relações diplomáticas com quase todos os países e atuando como um membro ativo e responsável de muitas das principais organizações internacionais e regionais.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

A luta entre o velho e o novo

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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