Leituras de domingo – 19.4.2026

Vermelho – Toda vez que o Brasil se encontra sob pesada ameaça à sua condição de país soberano, vem como luz a frase emblemática do jornalista Barbosa Lima Sobrinho, destacado brasileiro, que se reporta ao confronto recorrente entre os traidores da pátria e os verdadeiros patriotas, sintetizados nas figuras de Tiradentes e Silvério dos Reis. Em 1964, esse antagonismo se estampou na contenda entre o presidente João Goulart e os generais golpistas, em conluio com os Estados Unidos. Em 1984, na batalha final que pôs abaixo a ditadura militar, Tancredo Neves, da frente ampla democrática, versus Paulo Maluf, do decrépito regime entreguista e ditatorial. Agora, o pré-candidato Flávio Bolsonaro, extremista de direita, neofacista, se apresenta de forma escancarada e abjeta como serviçal de Donald Trump, o que serve como uma luva para a ofensiva neocolonial e imperialista dos Estados Unidos, que ambiciona se apossar das imensas riquezas do Brasil.

Agência São Paulo – O actígrafo alcançou reconhecimento internacional ao ser utilizado no monitoramento de astronautas em missões espaciais do programa Artemis, da Nasa, que busca ampliar a presença humana no espaço. O dispositivo, capaz de registrar de forma contínua padrões de sono, atividade e exposição à luz, foi desenvolvido na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e estudos do sono.

Sputnik –  A estrutura de comunicação dos cachalotes consiste nas chamadas codas, que soam como uma série curta de cliques que lembram o código Morse. A estrutura desses sons é semelhante à estrutura do som da fala humana. A análise desses cliques mostra que os cachalotes conseguem distinguir sons de vogais por cliques curtos ou alongados, bem como por tons ascendentes ou descendentes, usando padrões semelhantes a idiomas como o chinês (mandarim), o latim e o esloveno.

Outras Palavras – A história é diferente em Kerala, Suas conquistas de Kerala são ainda mais notáveis porque a Índia é um dos países mais desiguais do mundo, e a desigualdade de renda tem piorado consistentemente nas últimas duas décadas. Em todo o país, mais de 10% da população está abaixo da linha da pobreza definida pelo governo indiano; em Kerala, esse número é inferior a 1%. O governo estadual está determinado a reduzir ainda mais esse percentual. Nos últimos anos, implementou diversos programas para proteger as pessoas nesse grupo. Este ano, anunciou a eliminação da “extrema pobreza” de 64.006 famílias mais vulneráveis, incluindo aquelas que não têm moradia, não possuem bens ou perderam seu principal provedor de renda por doença ou falecimento. Há uma enorme lacuna entre Kerala e o resto da Índia no que diz respeito ao combate à pobreza e à crescente desigualdade.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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