Manchetes do dia – 1.1.2026

Hora do Povo  – Invertendo a taxa registrada em novembro, que subiu 0,27%, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,01% em dezembro. O acumulado do ano, nessas condições, o índice encerra 2025 com queda de -1,05%, puxado pelos preços ao produtor. Em 12/2024, o IGP-M subira 0,94% no mês, acumulando uma alta de 6,54% em 12 meses. A indústria, o comércio e o setor de serviços não financeiros estão sufocados com um custo absurdo de até 25% ao ano num simples desconto de duplicatas.

Hora do Povo –  Os dados da atividade econômica (nacional) mostraram um recuo em  0,25% em outubro. Os percentuais registrados pelo IBC-Br em outubro, confirmando a desaceleração de setembro, estão de acordo com a trajetória de desaceleração que outros indicadores já veem sinalizando. Basicamente impactados pelas taxas proibitivas de juros, orquestradas pela taxa básica da economia, a Selic, que o BC mantém nas alturas, remunerando aplicações financeiras em níveis de 10% reais ao ano de juros.

Vermelho – “Soberania tecnológica não é um conceito abstrato. Ela se constrói com investimento contínuo, com políticas bem desenhadas e com gente qualificada trabalhando para que o Brasil não dependa de soluções externas em áreas estratégicas”, explicou a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. Em 2025, completou a ministra, “demos passos decisivos para estruturar essa autonomia, do incentivo à indústria de TICs à inteligência artificial, passando pela supercomputação e pelos semicondutores”.  

Jornal GGN – A economia dos Estados Unidos não sentiu o impacto esperado pelo forte aumento das tarifas de importação estabelecidas pelo governo de Donald Trump no ano de 2025, mas os efeitos mais severos sobre renda e atividade econômica parecem ter sido adiados – e não evitados. O economista Jeffrey Frankel, professor da Universidade Harvard, aponta quatro fatores que explicam por que o “tarifaço” não gerou um choque visível na economia norte-americana.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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