A cada cerca de 526 mil minutos o planeta Terra repete, também aproximadamente, a posição relativa em relação ao astro central do sistema solar.

As diferentes concepções humanas estabelecem como ponto de partida para a contagem do tempo épocas distintas dessas jornadas que convencionamos chamar de anuais, e a mais aceita entre os sapiens, nos dias de hoje, parte de um antigo costume judaico, a circuncisão de Cristo.
O que há de comum entre todas as medições é o fato de o indivíduo recapitular o que sucedeu na volta finda e buscar dietrizes para uma vida mais longeva, saudável e realizadora na rodada seguinte.
Podemos afirmar em 2025 as contradições que fazem o ritmo da vida tornaram-se mais claras para uma imensa massa de pessoas desejosas da paz e da harmonia da Humanidade, em consonância com a melhoria do meio ambiente que nos cerca.
A posse e as ações de Donald Trump à frente do governo dos EUA açularam apoiadores da América Grande em diversas partes do mundo, e no Brasil, que viu desfraldar uma bandeira estrangeira em pleno Dia da Pátria, traidores vicejaram aqui e acolá em busca de um afago do novo poderoso global.
Longe de ser uma demonstração de força, medidas como o tarifaço e o sequestro de petroleiros são sinais da decadência imperial, que na livre competição não consegue mais fazer frente aos avanços econômicos e tecnológicos de países como a populosa China.
Se, por um lado, o Brasil discursa altivamente pela soberania e independência nacionais, por outro segue pagando pesado pedágio em forma de renda financeira à gorda porca que já não anda com a desenvoltura de outrora.

Nossos esforços no Brasil e o mundo seguirão no sentido de apoiar a construção de uma Pátria livre em solo tupi, de um mundo de paz e de uma vida mais confortável para o povo brasileiro e a Humanidade como um todo.
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