Subordinação estrutural da economia brasileira

O professor de economia Fernando Nogueira da Costa analisa o que chama de “contra-evolução estrutural brasileira: da industrialização nacional-desenvolvimentista à financeirização desnacionalizante”.

O quadro apresentado na matéria abaixo detalha os três aspectos da dependência econômica devida à posição subordinada do Brasil no cenário global das nações capitalistas: monetário, estrutural e ideológico.

As reformas de base projetadas nos anos 1960 sucederiam a independência política do século 19 e os avanços na produção própria da Revolução de 30, mas o processo foi interrompido e avançou na contramão especialmente a partir dos anos 1980, com a adoção no Brasil da política neoliberal.

Completar a independência nacional é a tarefa precípua do povo brasileiro. Confira.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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