
O arranjo macroeconômico brasileiro contemporâneo gera algo possível de ser classificado como “estagdesigualdade”: uma combinação de estagnação relativa do fluxo de renda (baixo dinamismo do PIB) com concentração crescente do estoque da riqueza financeira propiciada por juros reais disparatados diante os do resto do mundo.
O professor Fernando Nogueira da Costa explica esse fenômeno econômico, típico da etapa última do desenvolvimento capitalista:

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