Vermelho – “O tratamento da diáspora científica brasileira passou a ser um problema do Estado brasileiro. O Estado fazia de conta que o problema não existia”, conta o diretor científico do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Olival Freire Jr. Segundo o gestor, muitos países enfrentaram problemas semelhantes e, em vez de ignorá-los, tiraram proveito disso. Ele cita o caso notável da China, mas também da Argentina e da Índia.
Hora do Povo – “O Brasil necessita muito de um projeto nacional de desenvolvimento”, defendeu o economista. “O Brasil precisa estar preparado para esse tipo de ocorrência como, por exemplo, a chegada de uma crise financeira com proporções gigantescas, ou seja, o aumento da tendência dos países a se voltarem para si mesmos como consequência do rompimento das cadeias global de valor, em um outro patamar, caso o Irã feche o Estreito de Ormuz”, argumenta Jabbour.
Hora do Povo – O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, saiu em defesa de seu amigo Gabriel Galípolo, que decidiu à frente do Banco Central aumentar a taxa básica de juros (Selic) para 15% ao ano, na noite de ontem. ““Eu poderia falar: ‘Viu? Me criticaram tanto e agora a taxa está maior’. Mas minha honestidade intelectual não me deixa embarcar nessa. Eu teria feito a mesma coisa”, declarou o bolsonarista. Campos Neto presidiu o BC entre 2019 e 2024, por indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Sputnik – “Foi totalmente acordado entre Israel e Irã que haverá um cessar-fogo completo e total, com duração de 12 horas, após o qual a guerra será considerada encerrada! Oficialmente, o Irã iniciará o cessar-fogo e, ao final da 12ª hora, Israel também iniciará o cessar-fogo e, ao final da 24ª hora, será saudado pelo mundo o encerramento oficial da guerra”





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