Mitologia do “Desequilíbrio Fiscal”

Como demonstra no artigo abaixo o professor Fernando Nogueira da Costa, a dívida pública brasileira em moeda nacional é a segunda menor entre as dez maiores economias do planeta, ocupando a 56ª posição do ranking global.

E a relação dívida/PIB também é relativamente modesta, conforme ensina o economista em outro artigo. O gráfico acima mostra perspectivas de melhora do indicador no futuro próximo, mesmo com apontamentos pessimistas de analistas do mercado financeiro.

Muito se fala, como Nogueira da Costa mostra em muitos parágrafos de citações, em ajuste fiscal focado no corte de despesas primárias do governo. Mas é inequívoco que a relação pode melhorar pelo incremento do PIB, com investimentos produtivos públicos e privados, e redução da despesa financeira, com o alinhamento dos juros pelo menos à prática internacional, além da majoração da arrecadação com tributação sobre as camadas mais abonadas.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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