
Desvincular o BPC e o abono salarial do salário mínimo; Desindexar os benefícios previdenciários da inflação; e Desobrigar o governo a aumentar os gastos de saúde e educação conforme o aumento da receita tributária.
Embora o país tenha PIB crescendo a 3,5%, com viés de alta; o desemprego marque 6% da população economicamente ativa – falta para o pleno emprego, mas avança nesse sentido; e a infação esteja relativamente baixa, o câmbio mostra um real desvalorizado, em que pese o aumento de 1pp na Selic e a promessa de mais dois nas próximas reuniões do Copom.
A incongruência é didaticamente desmistificada pelo professor Oreiro no artigo abaixo, em que mostra passo-a-passo o desmonte do poder de intervenção do Banco Central na estabilidade da moeda, iniciado no início do século 21. Uma captura do Estado por interesses cada vez mais particulares.
O desmonte da política cambial seria o 4º D?

Um comentário em “Haddad e os 3 D de Paulo Guedes”