Haddad e os 3 D de Paulo Guedes

Desvincular o BPC e o abono salarial do salário mínimo; Desindexar os benefícios previdenciários da inflação; e Desobrigar o governo a aumentar os gastos de saúde e educação conforme o aumento da receita tributária.

Embora o país tenha PIB crescendo a 3,5%, com viés de alta; o desemprego marque 6% da população economicamente ativa – falta para o pleno emprego, mas avança nesse sentido; e a infação esteja relativamente baixa, o câmbio mostra um real desvalorizado, em que pese o aumento de 1pp na Selic e a promessa de mais dois nas próximas reuniões do Copom.

A incongruência é didaticamente desmistificada pelo professor Oreiro no artigo abaixo, em que mostra passo-a-passo o desmonte do poder de intervenção do Banco Central na estabilidade da moeda, iniciado no início do século 21. Uma captura do Estado por interesses cada vez mais particulares.

O desmonte da política cambial seria o 4º D?

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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