Em 1981 a Editora Ática incrementava sua Coleção Vagalume, que reunia obras infanto-juvenis que “misturavam mistério e reflexão. Luis Puntel contava a história de Marcão, garoto exilado pela perseguição da ditadura então vigente no Brasil à sua família. James Ratiere relata que leu de “um tiro só” e a obra “ficou ecoando por dias”. VejaContinuar lendo “Meninos sem Pátria”
Arquivos da categoria: Literatura brasileira
Sejamos diretos: são dezenas de pontos…
Conforme Adelina LIma nos Concursos do Brasil, é “ponto” a palavra com mais definições na língua portuguesa. Uma boa ideia é tentar conhecer todas as 51 possibilidades de uso do vocábulo que, graficamente, encerra este parágrafo. De melodia de camdomblé a ajudante de cena, passando pelo ponto de cozimento dos alimentos e a nota deContinuar lendo “Sejamos diretos: são dezenas de pontos…”
As professoras estão de férias
A professora de educação básica, doutora pela Unioeste e mãe Gisele de Souza Gonçalves traz uma crônica sobre as férias de metade da sua jornada dupla, que muitas leitoras podem se identificar com a situação que ela descreve. À mestra, com carinho, e à leitura de todos:
A professora e a busca da verdade
No Diário de Bordo da Shao, a professora, advogada e escritora traz sua experiência de vida, assegurando que a libertação humana passa por questionar o que está errado e buscar os fatos que deram causa à situação. “Quando você apresenta fatos para ela que comprovem que aquela opinião está equivocada”, “essa pessoa é vítima deContinuar lendo “A professora e a busca da verdade”
O Dia D – D de Drummond de Andrade
Outubro contempla, no Brasil, os dias do Poeta (20) e da Poesia (31). O último dia do mês também é conhecido como o Dia D – em homenagem ao nascimento de Carlos Drummond de Andrade. De acordo com Cultura Genial, “através de sua poesia, Drummond foi eternizado, conquistando a atenção e a admiração dos leitoresContinuar lendo “O Dia D – D de Drummond de Andrade”
O Navio Negreiro
Uma das obras mais conhecidas e reconhecidas do abolicionista Castro Alves, o poeta do escravos, é O Navio Negreiro (Tragédia no Mar). Reproduzimos alguns trechos da obra, em homenagem ao Dia do Poeta. Foi escrito em 1868, quando ele tinha 22 anos de idade. I ‘Stamos em pleno mar… Doudo no espaçoBrinca o luar —Continuar lendo “O Navio Negreiro”
O português e outras línguas faladas no Brasil
O linguísta estadunidense Perrin Larkin traz uma historiografia do idioma brasileiro, que convive com centenas de outras línguas no território nacional, muitas nativas, outras trazidas por imigrantes que chegaram ao país. É certo que todas elas trazem algum grau de influência sobre o português, língua viva que é, mas também pelas razões que ele enumeraContinuar lendo “O português e outras línguas faladas no Brasil”
Sob as águas, sobre a esperança
Circula nas redes sociais o livro digital Sob as águas, sobre a esperança em que Alexandre Brito, Celso Gutfriend e Dilan Bastos Camargo, da portoalegrense Editora Bestiário, reunem uma antologia de 59 poetas gaúchos, inspirados pela trágica elevação das águas do rio Guaíba, que homenageiam as múltiplas vítimas do acontecimento. Uma das obras é Falares,Continuar lendo “Sob as águas, sobre a esperança”
O curto voo da borboleta
O Entrecontos de Gustavo Araujo se autointitula como um Detox Literário. É de fato um espaço da literatura brasileira que se propõe herdeiro dos contos fantásticos do já antigo Orkut, sem prejuízo de artigos sobre o que se escreve e espaço para autores de outras línguas e paragens. A fábula hoje escolhida vem da penaContinuar lendo “O curto voo da borboleta”
Solano Trindade – Tem gente com fome
Foureaux traz em seu blogue o poema de Solano Trindade, escrito em 1944 e instantaneamente censurado na época. O poeta usou sua arte múltipla para denunciar o racismo, as discriminações, e a luta do povo para enfrentar essas mazelas. Em tempos de fila do osso, vale a pena ler de novo.