Hora do Povo – Primeiro. Flávio prometeu a Trump entregar todas as nossas terras raras e minerais críticos para o governo americano. Segundo. O Banco Central brasileiro criou o sistema de pagamento PIX, que é gratuito para a população do Brasil. Ele e seu irmão foragido querem o fim do PIX ou que ele passe a ser cobrado. Sobre a renda da população, o que Flávio promete um “tesouraço” nos investimentos e nos programas sociais e congelar o salário mínimo. E mais dificuldades para os aposentados.
Vermelho – Em entrevista ao Jornal da Record o presidente Lula disse que numa eventual reeleição o seu futuro governo fará investimento na educação para elevar o padrão internacional do país. “Nós vamos nos próximos dez anos fazer um forte investimento em educação para que a gente coloque este país num padrão internacional de altíssima qualidade não devendo nada a nenhum outro país do mundo”, afirma. Lula pediu ao povo brasileiro que não perca as esperanças, pois o futuro vai acontecer no Brasil.
Lula: não se renda ao financismo

Hora do Povo – As eleições presidenciais do próximo mês estão marcadas pelo embate entre dois projetos bem distintos – antagônicos mesmo – para o Brasil. De um lado, a continuidade do processo democrático, representado por Lula. De outro, a ameaça ao futuro de nosso País, em torno das propostas apresentadas pelo filho de Bolsonaro. Em poucas palavras, podemos resumir o processo como sendo a disputa entre a permanência de nosso País no âmbito da civilização ou o ingresso na aventura irresponsável da barbárie.
Hora do Povo – Inicialmente integrado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o BRICS inclui desde o ano passado também Irã, Indonésia, Etiópia, Egito e Emirados Árabes Unidos. No assim chamado BRICS ampliado, participam ainda os Estados parceiros: Cuba, Vietnã, Nigéria, Uganda, Malásia, Tailândia, Cazaquistão, Bielorrússia, Uzbequistão e Bolívia. Presidente Xi chama países do bloco a vanguardear a construção do mundo multipolar. Contribuição do BRICS para o crescimento global já supera o G7: 40% a 26%.


