Hora do Povo – As ligações de Flávio com o crime já são conhecidas há muito tempo. Ele acoitou em seu gabinete, quando era deputado estadual no Rio, a mãe e a mulher de um dos maiores assassinos e chefes de milícias do Rio. Adriano da Nóbrega, chefe de milícia e do Escritório do Crime – que matou Marielle Franco -, foi homenageado por Flávio. Ele contratou a família de Adriano como funcionárias fantasmas no esquema de rachadinha de seu gabinete.
Vermelho – Durante anos, a extrema direita tentou tratar os evangélicos como curral eleitoral. Sua narrativa se apoiava em quatro pilares: conservadorismo moral, guerra cultural, antipetismo e instrumentalização religiosa. Foi com base nisso que, desde 2018, o bolsonarismo construiu nesse segmento uma base social poderosa, organizada e altamente mobilizada. Agora, porém, surgem sinais de erosão no grupo que se consolidou como principal sustentáculo eleitoral do clã Bolsonaro.
Jornal GGN – Mauro Figueiredo Rocha Dias da Costa, 69 anos, foi espancado na porta do prédio onde mora, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. Em vídeo enviado ao UOL neste sábado, ele afirmou que os agressores tinham intenção de matá-lo e que a motivação foi política. “Foi uma agressão cruel, de uma brutalidade sem tamanho. Foi uma tentativa de homicídio. Eles iam me matar. Só pararam porque chegou um homem forte e falou: ‘para, vocês vão matar o velho’. E depois saíram rindo”, relatou. A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal.
Hora do Povo – Donald Trump está intensificando a pressão contra o PIX brasileiro alegando que o fato do sistema de pagamento brasileiro ser gratuito estaria causando prejuízos para as empresas americanas Visa e Mastercard. Esses cartões cobram taxas em suas transações e faturam cerca de R$ 20 bilhões por ano no Brasil. Esse dinheiro quem paga no final é a população brasileira. Recentemente, Flávio Bolsonaro e seu irmão, Eduardo, que vive conspirando contra o Brasil nos EUA, estiveram reunidos com o chefe da Casa Branca e admitiram “negociar” o PIX.




