Vermelho – Não há razões técnicas para esse aumento. O déficit primário será de apenas 0,4% do PIB, as receitas terão um aumento real de 10%, as reservas internacionais ultrapassam US$ 370 bilhões, o crescimento e geração de emprego estão em alta e a balança comercial, bem positiva. Os gastos, conforme imposição do próprio mercado, serão menores – e juros estratosféricos não são remédio ao impacto nos preços provocados pela alta do dólar, tampouco à inflação das proteínas, como a carne.
Hora do Povo – Flauzino Antunes: Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda, tem se mostrado o “Caronte” da economia brasileira. Em uma analogia direta com a mitologia grega, onde Caronte é o barqueiro que conduz as almas através do rio Estige para o submundo, Haddad, por meio de suas políticas econômicas, está conduzindo a economia do país para o fundo do abismo. Em troco do que faz isso? A fatura pode vir em 2026!
Jornal GGN – Para Ladislau Dowbor, professor de economia da PUC-SP e consultor de várias agências internacionais, a decisão do comitê do Banco Central (BC) é voltada para interesses do mercado financeiro e de gigantes mundiais, como a BlackRock e o JP Morgan. Dowbor chama a atenção para o fato de que 75% das famílias brasileiras não fazem aplicações porque mal conseguem “fechar o mês” com a renda que recebem. A decisão do Copom responde a um ciclo vicioso. Eles sobem a Selic, aumentam os juros, elevam a dívida pública e mais dinheiro de imposto é transferido para os mais ricos.
Hora do Povo – O Pentágono e a CIA gastaram bilhões ao longo de anos armando e treinando militantes na Síria, muitos ligados à Al-Qaeda e ao ISIS. Os “rebeldes” extremistas que assumiram o controle do país disseram à mídia israelense que “amam Israel”. A vinculação do governo americano com o terrorismo na Síria já é antiga. O atual conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, admitiu em 2012 que “a AQ [Al-Qaeda] está do nosso lado na Síria”.





Um comentário em “Manchetes do dia – 14.12.2024”