Hora do Povo – Edições 4º trimestre 2019

Toda a verdade em 8 páginas

O final do primeiro ano do governo Bolsonaro dava mostras da corrupção e entreguismo que pairava no Planalto. Os leilões do pressal atentavam contra o interesse nacional e as ações familiares do presidente contra a moral e os bons costumes. O sequestro de provas no caso Marielle rendeu-lhe notícia-crime da ABI.

Enquanto a Câmara Municipal de Santos restituia o título de cidadão santista ao ex-presidente João Goulart, Bolsonaro queimava a floresta amazônica e desfazia da educação dos brasileiros, ao atacar o próprio patrono do saber. A subserviência bolsonarista facilitava o botim estadunidense sobre o Brasil. Veja como.

A resistência que chilenos e equatorianos mostravam contra o arrocho neoliberal era também vista no Brasil, em defesa da democracia: confira o ato na PUC.

Dante Mantovani

A ignorância e o negacionismo bolsonarista chegava ao cúmulo de o presidente da Funarte “declarar” Elvis Presley e os Beatles “comunistas”. Veja a introdução ao bolsonarismo cultural, por Valério Benfica.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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