Centrais Sindicais: “Quem pode mais, contribui mais” com reforma tributária

A reforma tributária deve ser votada no Congresso Nacional no mês de julho e o movimento sindical tem acompanhado de perto os desdobramentos da proposta. O presidente CTB, Adilson Araújo relatou a posição que marcou no encontro:“Defendemos uma reforma tributária progressiva, que diminua a carga sobre o consumo e a renda e que tribute a riqueza, a herança, o patrimônio. Como existe no resto do mundo, quanto mais patrimônio, mais herança, mais imposto. Ser rico no Brasil é um privilégio, ser pobre é ser jogado na cracolândia”.
Conferência de Saúde: abertura é marcada por defesa do SUS e de Nísia Trindade

De acordo com os organizadores, cerca de 6 mil participantes estiveram no ato de abertura. A ministra Nísia Trindade enfatizou, ainda, que “saímos de uma emergência sanitária, mas continuamos a lidar com o vírus da covid e com vários outros problemas de saúde e isso requer a força do SUS e a atuação do Ministério da Saúde, o que não ocorreu no último governo. Por isso, mais de 700 mil pessoas nos deixaram; cerca de 200 mil mortes poderiam ter sido evitadas com outra atitude do governo federal. E aquilo que pudemos fazer, fizemos graças ao SUS e graças, sobretudo, a tantos trabalhadores e trabalhadoras numa luta incansável”.
O Dois de Julho, as guerras de independência do Brasil e os “vira-latas”

Existem alguns “analistas” que teimam em afirmar que a independência do Brasil foi fruto de acordos de elites, sem a participação do povo. “Tudo foi resolvido por cima, em acordos espúrios da elite”, dizem. O Dois de Julho, da Bahia, bem como todas as lutas anteriores dos brasileiros pela liberdade e a independência, são fatos que põem por terra todas essas avaliações distorcidas sobre a realidade brasileira. São avaliações típicas de mentes colonizadas e possuidoras do que o presidente Lula costuma chamar de “complexo de vira-lata”. Para eles, tudo que é feito no Brasil e por brasileiros não presta. Só o que vem de fora é que é bom. Só lá tem herói. Aqui é tudo resolvido no “cambalacho das elites”.
A Margem Equatorial e a desigualdade no Brasil

Combater a desigualdade exige uma abordagem multifacetada que inclui reformas políticas, a promoção de oportunidades econômicas, a proteção dos direitos civis e sociais, e a promoção da inclusão e diversidade em todos os aspectos da sociedade. A hora é de juntar as mãos, no espírito da fraternidade do lema francês. A liberdade, afinal, só virá na garantia da igualdade de oportunidade para todos os brasileiros, inclusive agora, os Amazônidas, que lutam por ter seu petróleo explorado na exuberante Margem Equatorial.

Um comentário em “Manchetes do dia – 3.7.2023”