Custo das Operações Compromissadas do Banco Central do Brasil para Enxugar Liquidez e Carregar Títulos de Dívida Pública

Note-se que, segundo o economista Elias Jabbour em A Reconstrução Nacional, o Brasil carece de R$ 380 bilhões em investimentos de infraestrutura, para promover a integração nacional. Cerca de três anos de carregamento das compromissadas ou o equivalente ao sobrejuro total pago em 2022, em relação à faixa 300-400 bi praticada nos anos anteriores.

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Alta da Selic eleva em 160% gasto do BC com Compromissadas _ Finanças _ Valor Econômico (17/02/23)

Com a escalada da taxa Selic para o atual nível de 13,75% anuais, o Banco Central (BC) mais que dobrou os gastos com juros pagos aos bancos com o uso das operações compromissadas, que hoje são o principal instrumento de gestão da política monetária. Somente em 2022, o BC desembolsou R$ 133,22 bilhões com juros, alta de 160% em relação a 2021, quando pagou R$ 51,1 bilhões ao sistema financeiro nacional.

Os dados foram levantadosjunto ao próprio BC e ao Tribunal de Contas da União (TCU), que realizou uma auditoria inédita sobre o uso das compromissadas no controle inflacionário. O gasto do último ano só não é superior na série histórica a 2016, quando, com a Selic a 14,25% ao ano, o BC pagou R$ 141,8 bilhões. Os técnicos do TCU destacam…

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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