Uma crônica de Veríssimo

NÃO ACABO AMIZADE POR CAUSA DE POLÍTICA Luis Fernando Veríssimo “Se você concorda que os portugueses não pisaram na África e que os próprios negros enviaram seus irmãos para nos servir, acabo a amizade pelo desconhecimento da História. Se você concorda que de 170 projetos, apenas 2 aprovados, é o mesmo que 500, acabo aContinuar lendo “Uma crônica de Veríssimo”

Quem planta subserviência, colhe tarifaço

Quando o professor se aventura na crônica satírica, coisa boa sai. Fernando Nogueira da Costa brindou, ainda na semana passada, o Brasil e o mundo com um texto muito agradável – e pleno de verdade. Vale a leitura sobre a família de Capachonaro e sua traição ao Brasil junto ao presidente dos EUA. Do mesmoContinuar lendo “Quem planta subserviência, colhe tarifaço”

Feira de Livros no Pacaembu

Solon Saldanha conta, em seu Virtualidades, alguns episódios da 4ª Feira do Livro em São Paulo, versando sobre História e Colonialismo o primeiro deles e Um Milhão nas Ruas o segundo. Os visitantes portugueses e cabo-verdianos conversaram sobre as cinco décadas de descolonização de Cabo Verde, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Na outra mesa relatada, oContinuar lendo “Feira de Livros no Pacaembu”

Três antigos e bem-humorados contos judaicos

1 Esta é a história de Meyer, um judeu nova-iorquino, viúvo solitário que, um dia, andava pela Delancey St, desejando que algo de bom acontecesse na sua vida. Naquele instante, ele passou por uma pet store e ouviu uma voz estridente de papagaio gritando em ídishe, “Quack. vus machts du” (Como vai?) “Quaaack, Yeah, du”Continuar lendo “Três antigos e bem-humorados contos judaicos”

As professoras estão de férias

A professora de educação básica, doutora pela Unioeste e mãe Gisele de Souza Gonçalves traz uma crônica sobre as férias de metade da sua jornada dupla, que muitas leitoras podem se identificar com a situação que ela descreve. À mestra, com carinho, e à leitura de todos:

Bordados

Merli Diniz Semana passada estive a confabular com São Jorge, coisa que faço com certa regularidade, não obstante nos últimos dias reiterássemos nossos diálogos, dada a situação delicada do time masculino. Cai não cai, fica não fica, coração insano. E assim se passaram dez rodadas trocando figurinhas e ele me garantindo que sairíamos do rebaixamentoContinuar lendo “Bordados”

Fim-de-semana de novo, novas dicas culturais

#VacinaSim Livro novo no Museu da Língua Portuguesa, clássico do cinema soviético em casa e a música instrumental da Itália, França e Japão; e, lógico, o passatempo. Problemas de lógica a) b) c) d) Edição anterior

Os jovens escritores da Escola Estadual Dom Jayme, Sumaré, SP

Publicado originalmente em Dom Jayme em Ação:
Produções de contos, crônicas, poemas e ilustrações dos estudantes da Escola Estadual Dom Jayme de Barros Câmara Duas mulheres Te sinto aqui te sinto lá? mas cá você não está? por culpa deles quem são eles? do ventre me fizeram de dentro me tiraram me tiraram e…

A MAÇÃ É INOCENTE

Publicado originalmente em VIRTUALIDADES:
Primeiro inventaram que a Eva deu para o Adão uma maçã. Que a Damares não nos ouça, mas todos sabemos que a fruta que ele mordeu não foi essa. E deve ter feito de levinho, sem tirar pedaço algum no calor do momento. Mesmo assim, em função da pauta de costumes,…

A Velhinha Contrabandista

Crônica de Stanilaw Ponte Preta Há alguns dias viralizou nas redes a crônica de Gregório Duvivier, comparando o presidente das motociatas com a velhinha da lambreta. O Diário do Centro do Mundo destaca a frase do colunista da Folha: “caso você queira escapar da investigação por um crime comum, basta cometer um crime contra aContinuar lendo “A Velhinha Contrabandista”