Retrato do mercado de trabalho no Brasil

O professor Fernando Nogueira da Costa, da Economia da Unicamp, consolida os elementos do mercado brasileiro de trabalho, mostrando o crescimento de trabalhadores por conta própria, com CNPJ, e queda na taxa de sindicalização, dentre outros temas.

Destaques:

  • Após aumento em 2024, a associação de trabalhadores a sindicatos manteve estabilidade em 2025, com 8,8% (9,1 milhões de pessoas).
  • Grupamento de atividade com maior taxa de sindicalização foi Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 14,7%.
  • Entre os 9,1 milhões de trabalhadores sindicalizados no país, 38,2% tinham ensino superior completo.
  • Proporção da população ocupada por conta própria com CNPJ saltou de 15,0%, em 2012, para o seu ápice histórico de 27,1%, em 2025.
  • Pela primeira vez na série histórica, mais da metade (50,8%) dos trabalhadores por conta própria com nível superior tinham registro formal.
  • Juntos, empregadores e trabalhadores por conta própria com CNPJ têm maior percentual da série histórica: 35,0%
  • Entre a população ocupada no setor privado no país, 60,2% atuavam em estabelecimento do próprio empreendimento em 2025.

A análise completa do economista, com ilustrações gráficas das séries históricas, está em Cidadania&Cultura:

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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