Manchetes do dia – 29.9.2026

Hora do Povo – Lula afirmou no Canal Livre da Band que o país resolve o problema da relação dívida/PIB com crescimento econômico. “A melhor forma de diminuirmos o endividamento em relação ao PIB é a economia crescer”, afirmou o presidente. Ele argumentou que o endividamento para construir patrimônios novos é bem-vindo e que o crescimento do PIB deve ser distribuído para a população pobre e trabalhadora. “Não são só os empresários que devem ganhar com o crescimento. O povo que ganha um salário mínimo tem que ganhar”, acrescentou Lula.

Vermelho – Segundo a entidade, “atribuir à CNBB participação em estruturas de produção ou disseminação de desinformação, sem fatos e provas que sustentem tal afirmação, atinge injustamente a instituição e não contribui para a serenidade e a responsabilidade que devem caracterizar o processo eleitoral. A mentira não se combate com outra mentira”. A acusação sem provas de Flávio deu um tom de guerra santa desnecessário para a disputa eleitoral.

Brasil 247 – A poucos dias do primeiro turno das eleições presidenciais, um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alerta o risco de influência dos Estados Unidos sobre o processo eleitoral brasileiro. Intitulado “Ameaças ao processo eleitoral de 2026”, o documento foi encaminhado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça e alerta sobre a interferência externa dos EUA a um “nível de criticidade”. A campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro virou alvo de ações na Justiça por supostamente se beneficiar de disparos e anúncios pagos feitos a partir dos Estados Unidos.

Hora do Povo – A decisão acontece em meio a pesquisas que indicam a derrota da coalizão que hoje está aboletada no desgoverno de Netanyahu. Segundo estas pesquisas, divulgadas pelo jornal Haaretz, a lista apresentada pelo partido Yashar seria a mais votada, obtendo 23 cadeiras no Knesset e o bloco que ele encabeça teria 53 das 120 cadeiras, enquanto que a coalizão criminosa de Netanyahu teria seu partido Likud caindo para 19 cadeiras e seu bloco ficaria com 52 cadeiras. As demais 15 cadeiras devem ir, em sua maioria exatamente para os partidos de maioria árabe.

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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