Princípios – O editorial da edição nº 175 da revista Princípios defende a construção de um novo projeto nacional de desenvolvimento diante da crise neoliberal e das disputas políticas de 2026. Ao apresentar o dossiê “Reformas estruturais e caminhos da revolução brasileira”, destaca propostas voltadas à soberania nacional, à neoindustrialização, à reforma financeira, à valorização do trabalho, à redução das desigualdades e à transição ecológica. Em diálogo com o marxismo e outras correntes críticas, a edição busca atualizar o sentido da revolução brasileira e apontar caminhos para um desenvolvimento democrático, sustentável e orientado à transição socialista.
Princípios – Este artigo trata da relação entre mudanças estruturais e os caminhos da revolução brasileira, tendo como objetivo analisar as contradições que entravam o caminho dessa revolução no atual estágio, levando em conta as contradições do passado e as que se incorporaram mais recentemente ao processo. Para tanto, analisa-se como essas contradições foram enfrentadas no passado, como forma de tirar lições para o presente.
Princípios – O artigo analisa criticamente as relações entre Estado, direito e fundo público no capitalismo dependente brasileiro, tomando como objeto as regras fiscais contemporâneas que disciplinam juridicamente a alocação da riqueza social. Fundamentado no método materialista histórico-dialético, o estudo interpreta o Estado e o direito não como instâncias neutras ou autônomas, mas como formas sociais historicamente determinadas, vinculadas à reprodução das relações de produção, da propriedade privada e da dominação de classe.
Princípios – Este texto objetiva fazer uma breve análise de cinco novelas do escritor palestino Ghassan Kanafani, que serão lidas com a lente metodológica do conceito de “grupos subalternos” de Antonio Gramsci e sua noção de historiografia “integral”. Por meio das novelas traduzidas para o português “Homens ao Sol”, “Umm Saad”, “Retorno a Haifa”, “O que lhes restou”, “Filhos da Palestina”, pretendemos identificar e mapear as formas em que Kanafani atua como “historiador integral” da causa emancipatória palestina após o estabelecimento do Estado de Israel na região.





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