Manchetes do dia – 22.9.2026

Vermelho – A sessão abriu-se sob essa espada, com Edson Fachin, na condição de presidente do STF e relator do caso, sustentando a proposta de que as duas petições, a que propõe investigar Alexandre de Moraes e a que propõe investigar André Mendonça, fossem deliberadas em dias separados. A proposta de Fachin foi contestada por uma questão de ordem do ministro Gilmar Mendes, elaborada pelo ministro Flávio Dino, propondo que os casos deveriam ser julgados conjuntamente.

Hora do Povo – Davi Molinari: a nação foi levada a colocar uma lupa sobre o contrato milionário da esposa de Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master. Mas antes de entrar no mérito, me permita sua excelência um aparte (no espírito processual…): ninguém parou para perguntar se ela tem as qualificações profissionais necessárias para um contrato desse tamanho.

Hora do Povo – O ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite (União Brasil) se entregou à polícia, em uma delegacia de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Alvo de um mandado de prisão temporária na Operação Vectura Corrupta, Milton estava foragido. Ele afirmou que estava viajando e que retornaria para provar sua inocência. A operação do Ministério Público (MP) da Polícia Civil investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) em empresas de transporte coletivo e em estruturas do poder público em São Paulo.

Vermelho – Parte do recado que Lula discursará na ONU foi antecipado em publicação no seu perfil oficial. “A caminho de Nova York. Lá, mais uma vez, terei a honra e a responsabilidade de representar o Brasil e o povo brasileiro na Assembleia Geral da ONU. Somos um país soberano, de economia forte e que cuida da sua população e das suas riquezas. Que respeita todo mundo e exige respeito. E que defende a paz e o diálogo entre as nações. É este o Brasil que estará presente na abertura na ONU”, escreveu.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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