Hora do Povo – Durante o tempo de Bolsonaro, em que a inflação explodiu atingindo o recorde de 57%, o governo ainda congelou o salário mínimo. Foram quatro anos sem aumento real dos salários, enquanto os preços dos alimentos não paravam de subir. Como diz Lula, a fome voltou a bater na porta dos brasileiros. O saco de arroz chegou a R$ 45 e o litro se óleo chegou a R$ 12. Isso tudo doeu no seu bolso, afirmou o presidente. Custo de vida é coisa séria, acrescentou, desmascarando a demagogia bolsonarista.
Hora do Povo – “As estatais brasileiras, nos três primeiros anos do mandato do presidente Lula, lucraram meio trilhão de reais, 484 bilhões de reais? Que é 23% acima do que foi lucrado nos três primeiros anos do governo Bolsonaro”, afirmou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos em rede social. Esther Duweck rebateu os ataques dos bolsonaristas a mais de “20 estatais dependentes”, destacando a importância da Embrapa para a agricultura brasileira e o HU Brasil que presta serviço gratuito a toda a população por meio do SUS.
Hora do Povo – A assessora de Flávio Bolsonaro afirmou que o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC), estatal que fabrica semicondutores, não tem sentido econômico e deve deixar de existir em um eventual governo. Em evento com empresários em São Paulo, a coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, afirmou que a estatal deve ser uma das primeiras companhias a ser descontinuada em uma virtual gestão reafirmando o plano de desmonte de empresas públicas do candidato.
Vermelho – O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de inspiração na defesa dos trabalhadores. Os dois conversaram sobre combate à pobreza, custo de vida e democracia. “Foi uma honra mostrar como ele foi uma inspiração para muitos de nós para defender os trabalhadores, os que vivem em dificuldade”, afirmou Mamdani. “Vivemos na cidade mais cara dos Estados Unidos e a terceira mais cara do mundo. Um em cada quatro nova-iorquinos vive na pobreza”.



