Economistas pela Democracia – A ideia de promover encontros do candidato com representantes de diferentes setores da sociedade é bastante compreensível e saudável do ponto de vista político. No entanto, Lula parece continuar preocupado apenas em atender aos desejos e aos interesses do topo da nossa vergonhosa pirâmide da desigualdade: “a zélites”.
Jornal GGN – A partir de uma análise histórica das crises econômicas e das políticas de ajuste adotadas no Brasil e no exterior, Gabrielli questiona a ideia de que a redução dos gastos públicos seja necessariamente o caminho para recuperar o crescimento. Para o autor, experiências internacionais demonstram que políticas de austeridade podem aprofundar recessões, ampliar desigualdades e transferir o custo das crises para trabalhadores e usuários de serviços públicos..
Vermelho – A proximidade das eleições deixa ainda mais evidente o consórcio entre o mercado financeiro e a mídia burguesa para chantagear o governo com pedidos por mais austeridade fiscal. Nessa semana, a pressão começou com a sabatina da Globo com o presidente Lula. Questionado sobre a dívida pública brasileira ter atingido 82% do PIB, o líder nacional se saiu bem e não recuou na resposta ao dizer que, na verdade, o país precisa é de mais investimentos e que o percentual é bem menor em comparação aos países ricos.
Vermelho – A dívida pública do Japão flutua entre 230% e 250% do PIB do país. A da Itália ficou na casa dos 139% no primeiro trimestre de 2026, enquanto a dos Estados Unidos alcançou 123%, superando os US$ 40 trilhões. Já a relação dívida/PIB da França atingiu 117% ao final do primeiro trimestre desse ano e a do Canadá fica em cerca de 113%. Por sua vez, o Reino Unido tem uma dívida em torno de 101% do PIB.



