Manchetes do dia – 23.7.2026

Jornal GGN – De repente, parece que caiu a ficha da mídia em relação a Lula. O Globo, principalmente, parece ter saído da Operação Lava Jato para dar apoio ostensivo a Lula. São reportagens seguidas sobre as falhas de Flávio Bolsonaro, entremeadas de matérias favoráveis a Lula. Sem elogiar Lula diretamente, o Estadão publica editoriais contundentes contra Flávio, enquanto a Folha se limita a ecoar O Globo nas matérias negativas contra o candidato.

Hora do Povo – O ex-ministro bolsonarista Ricardo Salles (Novo-SP) disse que teria proposto “de outra forma” a Jair Bolsonaro que seu governo “passasse a boiada” na destruição da regulamentação ambiental durante a pandemia, quando a imprensa estava mais atenta à Covid-19. Salles deu uma entrevista ao UOL e afirmou que, caso soubesse que a reunião ministerial estava sendo gravada e seria divulgada, “eu falaria o mesmo conteúdo, mas claro que de uma outra forma”. A reunião ministerial ocorreu em 22 de abril de 2020. Diversos ministros defenderam crimes no encontro.

Vermelho – O primeiro semestre de 2026 consolidou uma recuperação do poder de compra da classe trabalhadora brasileira. De acordo com o Boletim Negociação nº 70 do Dieese, 87,7% dos acordos coletivos da data-base de junho garantiram reajustes salariais acima da inflação medida pelo INPC-IBGE. No entanto, esse panorama macroeconômico positivo esconde disputas acirradas em categorias estratégicas. Bancários e metalúrgicos, em negociações nacionais e regionais, enfrentam resistência patronal.

Hora do Povo – Deputados e senadores do Partido Democrata exigem que o governo Trump encerre imediatamente os ataques ao Irã. Lideranças do partido têm articulado resoluções contra os poderes de declarar guerra da Casa Branca e bloqueado projetos massivos de financiamento militar, pressionando por uma saída diplomática urgente. A escalada bélica desencadeou reações duras no Capitólio, com impactos diretos na política interna.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

Deixe um comentário