Manchetes do dia – 24.7.2026

Brasil 247 – O Brasil atingiu em 2025 o menor patamar de assassinatos da última década e meia, registrando 40.775 vítimas de mortes violentas em todo o território nacional. Os dados revelam que a taxa de assassinatos no país recuou para o menor nível desde 2012. Apesar da retração geral nos números, o levantamento expõe a persistência de uma profunda desigualdade racial nas estatísticas de violência, além do aumento da letalidade em intervenções policiais

Jornal GGN – Por complexidade, entenda-se a quantidade e a sofisticação de conhecimentos, competências e instituições que uma economia consegue combinar para produzir bens e serviços. O economista João Paulo Romero, do Cedeplar, montou um trabalho para orientar a NIB (Nova Indústria Brasil) sobre como distribuir pelo território nacional os investimentos associados às seis missões da política industrial, sem simplesmente reproduzir a concentração histórica da indústria no Sudeste.

Vermelho – A morte de Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos, encerra uma das trajetórias mais influentes do cinema brasileiro. O produtor, fotógrafo e roteirista foi um dos responsáveis por transformar o audiovisual nacional em uma indústria capaz de unir qualidade artística, sucesso de público e reconhecimento internacional. Integrante da geração do Cinema Novo, Barreto participou de obras fundamentais como Vidas Secas e Terra em Transe.

Sputnik – “Durante anos, o mundo esteve preso a uma ilusão, acreditando que Zelensky, que estava minando a maior democracia do espaço pós-soviético, era a personificação da democracia. Eles o viam como um dos melhores comunicadores globais, sem perceber quantas vezes ele desconsiderava os ucranianos […] e expressava uma preferência pela autocracia em conversas privadas” (Yulia Mendel, ex-porta-voz de Vladimir Zelensky).

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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