
A vida hoje é mais longeva do que foi há “décadas atrás” graças a, entre outros fatores, avanços da ciência e da técnica em favor da vida humana, bem como à aplicação desses saberes pela engenharia, em favor do bem-estar das pessoas.
A produção da bastança para o conjunto da espécie humana, bem como em favor dos viventes do planeta, está hoje mais perto e demanda menos trabalho social de cada um – muita coisa é delegada às máquinas criadas pelo próprio Sapiens para ajudar no trabalho.
Segue verdadeira a máxima marxista de o trabalho ser a necessidade primeira do Homem. Mas não é disso que se trata, quando sorvemos o artigo de Luiz Müller em seu blogue. Ele acusa certa imprensa e titulares do capital de naturalizar o trabalho empregado ou informal na melhor idade como um ataque ao direito de fruir daquilo que se construiu coletivamente. De modo a poder dedicar seu tempo aos netos e bisnetos, à arte e cultura, a ajudar a tornar no mundo melhor para todos.
Tem razão o escritor gaúcho quando diz que o objetivo último é destruir a Previdência Social Pública e se adonar dos recursos que a ela foram legados por largos anos de trabalho dos beneficiários mais idosos.


olá quero receber suas notícias. Como faço?
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Obrigado pela citação no teu artigo. É fundamental a gente falar da questão da Previdência. A burguesia vai querer fazer outra “reforma” colocando o déficit da Previdência na conta dos trabalhadores. Mas desta vez, aniquilrao a Previdência, atuais aposentados vão ter salários congelados e os trabalhadores de hoje ja nao se aposentarão pela Previdência pública. Ou seja, trabalhadores e classe média baixa e média não vao se aposentar. Vao trabalhar ate morrer.
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