Manchetes do dia – 1.11.2025

Jornal GGN – Das 2.069.776 famílias que deixaram de depender do programa de transferência de renda neste ano, a maioria (1.318.214) saiu do benefício em razão do aumento dos ganhos totais no domicílio. Outras 24.763 fizeram o desligamento voluntário, enquanto 726.799 famílias concluíram o período na Regra de Proteção. O mecanismo permite que o beneficiário continue recebendo metade do valor do Bolsa Família por até 12 meses, mesmo após superar o limite de R$ 218 mensais per capita e desde que não ultrapasse R$ 706.

Hora do Povo – Todos os demais indicadores foram positivos para o banco. Entre outros, o retorno sobre patrimônio (ROE) atingiu 14,7%, um avanço sobre os 12,4% do terceiro trimestre de 2024 e com uma vantagem em relação aos 14,6% registrados no segundo trimestre deste ano. Com a escalada da Selic, a 15% ao ano, vindo da taxa já super elevada de 12,25% em janeiro, os resultados dos bancos e demais setores rentistas tiveram as condições mais facilitadas para realizar altos lucros no período.

Hora do Povo – “Nosso objetivo é garantir equilíbrio e justiça tributária para quem investe no futuro do Brasil”, afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban. A medida atenderia a pelo menos três boas razões: (a) equalizar a tributação entre as apostas online e os demais setores da economia; (b) criar barreira financeira aos apostadores, reduzindo o movimento das apostas online e gerando receita para o governo federal; e (c) fortalecer no orçamento os recursos para educação e saúde.

Economistas pela Democracia – Às vésperas do 20º aniversário da Cúpula que gritou “NÃO à ALCA”, na cidade de Mar del Plata, na Argentina, em 2005, consideramos importante refletir sobre alguns aspectos dessa façanha soberana que marcou um ponto de inflexão na luta pela unidade regional. No período em que os Estados Unidos desenvolvia a ideia da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), a Europa dava passos importantes para conformar a União Europeia, e o Japão ressurgia das cinzas como uma potência econômica com forte desenvolvimento tecnológico. Ambos os territórios, reconstruídos com apoio estadunidense após a Segunda Guerra Mundial, começavam a projetar uma sombra sobre a hegemonia norte-americana.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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