Política monetária e regime de metas de inflação – uma análise crítica

O professor de economia da UNB, José Luis Oreiro, serviu-se da inteligência artificial para consolidar seus comentários em 50 diferentes fontes autorais, relativos à política monetária brasileira. Avance para conhecer as razões e a conclusão.

O regime de metas de inflação no Brasil, apesar de seu objetivo primordial de estabilidade de preços, tem se mostrado amplamente ineficaz na promoção de um crescimento econômico sustentável e inclusivo.

O artigo abaixo trata do arcabouço institucional do regime de metas de inflação, as elevadas taxas de juros e suas implicações de longo prazo e a indexação recorrente dos preços. Logo antes de apresentar as sugestões de Oreiro para aprimorar a política monetária no Brasil, o Gemini sintetiza:

Em suma, as críticas de José Luis Oreiro à condução da política monetária no Brasil sob o regime de metas de inflação são multifacetadas e abrangentes. Ele argumenta que a política de altas taxas de juros tem se mostrado ineficaz no controle da inflação devido a problemas estruturais como a persistência da indexação, ao mesmo tempo em que causa danos significativos à taxa de câmbio, à indústria nacional e ao investimento produtivo. Oreiro também destaca a influência de fatores de economia política, como o rentismo e a “porta giratória”, que podem contribuir para a manutenção de taxas de juros elevadas.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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