História e atualidade da politica monetária

Em artigo do Valor, Luque, Silber, Luna e Zagha analisam a situação do tripé macroeconômico brasileiro (autonomia do BC, com metas do CMN; câmbio flutuante; e superavit primário) à luz das prática internacionais dos bancos centrais.

Os autores citam o professor de Harvard, Mankiw:

O desafio dos economistas consiste em encontrar respostas para essas perguntas e expandir nosso conhecimento. O desafio dos formuladores de políticas econômicas consiste em utilizar o conhecimento de que dispomos hoje para melhorar o desempenho econômico.

E mostram que baixas taxas de inflação podem ser perniciosas a esses objetivos. Algo entre 3 e 5% nas economias mais desenvolvidas pode ser mais razoável, afirmam detentores de Nobel e outros estudiosos do assunto, já que quem controla a inflação a 2%, também o fará em um ponto mais elevado.

Acompanhe o conjunto das variáveis a razões no artigo seguinte.

Leitura complementar: Uma nova política monetária é necessária no Brasil.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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