Hora do Povo – “Aos 13,25% aa, o Brasil sobe à 2ª colocação no ranking mundial de juros reais”, destaca o site MoneYou, que afirma que a taxa brasileira de juros reais só perde para a taxa da Argentina que, sob o governo de Javier Milei, encontra-se em 9,36%. A média geral, entre os 40 países pesquisados, está em 1,34%, sendo que em 13 países o juro real está negativo ou em torno de zero e em 14 países não passa de 2%. O juro real no Brasil atingiu 9,18%.
Hora do Povo – O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), Flávio Roscoe, manifestou grande preocupação com os impactos negativos do aumento dos juros. “A elevação da Selic a níveis tão altos tende a restringir os investimentos produtivos, aumentar os custos de produção e reduzir a competitividade da indústria brasileira e mineira, especialmente em um contexto em que o ‘custo Brasil’ já é excessivamente alto, com gargalos logísticos, carga tributária elevada e crédito caro”.
“Proposta de crédito consignado para o setor privado só beneficia banqueiros”, afirma Adilson Araújo

CTB – O Governo Federal anunciou a implementação de um sistema de crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com desconto em folha de pagamento. No entanto, a proposta não prevê limites para as taxas de juros, diferentemente do que ocorre, por exemplo, na concessão de crédito pela mesma modalidade para aposentados. O sindicalista criticou a proposta do governo e a considerou uma “armadilha financeira” para os trabalhadores e trabalhadoras.
Sputnik – A zona do euro estagnou no final de 2024 enquanto suas duas principais economias colapsaram em função de crises de governo, prejudicando a confiança entre empresas e consumidores no mercado europeu. A Alemanha enfrenta um mal-estar industrial que afeta a produção, enquanto a ameaça de medidas comerciais punitivas do presidente dos EUA tornaram amargo o sentimento econômico. A França enfrenta uma crise orçamentária, com baixa receita tributária e crescimento fraco, empurrando o déficit fiscal para cerca de 6% da produção.



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