Criptomoedas são meios de pagamento ou ativos especulativos?

Resgatando Keynes para resumir a economia mercantil como o ambiente em que qualquer transação pode ser vista como um contrato entre duas partes: uma parte que se compromete a entregar um bem ou serviço agora ou no futuro, Oreiro dá a chave da resposta.

Qualquer objeto pode ser usado como meio de troca, basta a anuência das duas partes de uma transação. Mas meio de pagamento é aquilo que o Estado define como (i) unidade de conta dos contratos e (ii) instrumento utilizado para liquidação deles.

O que caracteriza o ativo, cuja mineração consome muita eletricidade, como especulativo é que “a demanda por criptomoedas se baseia unicamente na expectativa de valorização delas em termos da moeda corrente de cada país e, mais especificamente, em termos da moeda corrente dos Estados Unidos”.

Mais sobre criptomoedas no minicurso – introdução, origem, valor e controle.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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