Neoliberalismo e desigualdade

Na página do PFLKWY há uma importante coleção de artigos autorais sobre “notícias e política com um viés nacionalista, onde os bravos nunca ousaram percorrer e que não espere deste o obsequioso silêncio dos covardes, amortecendo consciências, desarmando resistências que só no fátuo da retórica da ideia, da moral e da ética é que se venera seu oponente evitando a sedição!

A análise abaixo parte da premissa de “o neoliberalismo usa o Estado como instrumento de aparelhamento para beneficiar o capital financeiro e principalmente o do campo especulativo. Em contrapartida não oferece alternativas para a superação da desigualdade que vem se espalhando globalmente”.

Como regra no mundo capitalista, o “modelo se tornou a referência priorizando a estabilidade monetária, contenção do orçamento, concessões fiscais aos detentores do capital e abandono do nacionalismo desenvolvimentista, em pró da economia de mercado, o que implicou de forma direta nas práticas políticas de governos que levantaram a bandeira da austeridade e da administração gerencial dos Estados em detrimentos dos mais pobres, com a redução de gastos públicos, objetivando assim a diminuição do Estado”.

Os efeitos sobre o Brasil do que foi sistematizado no consenso de Wachingto são diuturnamente sentidos pela população país e também nas contas bancárias dos rentistas.

Veja o conjunto dos elementos coligidos:

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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