Manchetes do dia – 7.8.2023

“Tripé macroeconômico, expresso nos juros altos, é o grande entrave atual”, diz Nilson Araújo

A necessidade de reconstrução nacional, que consideramos o principal desafio do governo Lula, decorre do fato de que o Brasil, depois de quatro décadas de estagnação econômica, havia mergulhado numa profunda crise a partir de 2014, que culminou com a destruição promovida pelo governo bolsonarista. Essa destruição afetou a todos os setores da vida nacional, mas um dos seus principais alvos foi o mundo do trabalho. Para a transição energética e ambiental, o Brasil conta com as melhores condições (uma matriz energética com os maiores índices de energia potencialmente renovável do Planeta e a possibilidade de aumentar significativamente a produtividade e a produção agropecuária sem novos desmatamentos; apenas usando as tecnologias já disponíveis na Embrapa), mas ela não deve sacrificar o desenvolvimento das forças produtivas.

Pigmeu Zema se compara a uma vaca e reclama que o Brasil é muito grande

O governador de Minas Gerais Romeu Zema, conhecido como “puxadinho” do bolsonarismo, procurou chamar a atenção sobre si próprio destilando ódio e afrontando a história de Minas e da unidade nacional. Se comparou a uma vaca que produz muito e recebe pouco. Destilou ódio aos pobres após elevar em 298% o seu próprio salário. A declaração xenófoba, estúpida e preconceituosa do comerciante milionário, surgido do submundo do fascismo, veio junto com elogios ao desastroso governo de seu guru e “mito”, Jair Bolsonaro, defenestrado em tempo pelo povo, inclusive de Minas Gerais, nas últimas eleições.

O Brasil posto à margem do desenvolvimento

A história da humanidade desconhece exemplo de país que se tenha desenvolvido e aspirado à categoria de potência (sob qualquer título) sem antes haver investido, sistemática e pesadamente, em educação, ciência e tecnologia e desenvolvimento industria… Leia mais em https://www.cartacapital.com.br/opiniao/o-brasil-posto-a-margem-do-desenvolvimento/.

Entidades do setor marítimo pedem reforço na fiscalização do trabalho em empresas multinacionais

As entidades ressaltam que a Fiscalização do Trabalho foi devastada nos dois últimos governos e que o setor conta com apenas 20 fiscais especializados. “Alguns anos atrás, o número de fiscais no setor era cerca de quatro vezes maior”, destaca a nota divulgada à imprensa.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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