“Vamos derrotar o financeirismo e abrir caminho para o desenvolvimentismo”

“Acabou essa história de que o Estado tem que ser mínimo. O Estado tem que ser o necessário para garantir o desenvolvimento do país”, disse Lula. “O Brasil precisa dos dois, do Estado e da iniciativa privada, para se desenvolver”, acrescentou o presidente. “Quando tivemos a crise de 2008, foi o Estado que salvou, quando tivemos a pandemia , foi o Estado que garantiu que não fosse pior ainda do que já foi. De repente apareceram 5 trilhões de dólares nos Estados Unidos, a Europa, mais 700 bilhões de euros”, argumentou. “Precisamos fazer uma nova revolução industrial e está em nossa mãos fazer isso”.
Governo Lula anuncia R$ 106 bilhões para estimular setor industrial

Do total, R$ 65,1 bilhões virão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), prioritariamente destinados ao financiamento de projetos de inovação e digitalização. Haverá ainda a destinação de crédito para financiar a produção de bens nacionais voltados à exportação. Outros R$ 40,68 bilhões virão da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), destinados à pesquisa e ao desenvolvimento nas empresas brasileiras. Uma fatia dos recursos virá ainda da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), com o objetivo de apoiar as instituições de pesquisa tecnológica, fomentando a inovação na indústria brasileira.
Zé Celso: a força criativa do teatro combativo e libertador

O Teatro perdeu um dos seus grandes nomes, o dramaturgo José Celso Martinez Corrêa, ou, simplesmente, Zé Celso. Força criativa, provocativo, verdadeira resistência na arte, na cultura, na luta contra a ditadura, a falsa moral, e, mais recentemente, ao mar de imbecilidades que inundou o Brasil e quase o sufoca, o diretor, autor e ator Zé Celso foi, nas palavras de Fernanda Montenegro, uma “força sagrada” do Teatro e da vida.
Castro Alves, o poeta dos homens livres

Castro Alves nasceu em 14 de março de 1847 e faleceu em 6 de julho de 1871. Foram 24 anos de vida onde não caberia uma obra eterna, em qualquer pessoa no mundo. Ele, que tantas vezes foi chamado de “o poeta dos escravos”, em equívoco e preconceito insultuosos, é, pelo contrário, o poeta dos homens livres. E por falar em preconceito, não é demais lembrar que a posteridade lhe deu traços de homem branco, assim como se fez com Machado de Assis, Padre Vieira, e outros gênios. Em dúvida, olhem o seu retrato de homem da pele do Brasil e transformado em homem branco para os livros didáticos dos estudantes brasileiros.

Um comentário em “Manchetes do dia – 7.7.2023”