Manchetes do dia – 24.6.2023

O presidente Banco Central do Brasil é o melhor do mundo. Advinha o motivo…

O presidente do Banco Central do Brasil, não à toa, foi eleito (sic) o melhor do mundo.

No mundo sério e organizado ninguém tem ou oferece uma “oportunidade” como essa. Bem… quem aplicou dólares no Brasil tem ainda algo mais que só o Brasil oferece. Siga o dinheiro. Esses dólares entraram aqui convertidos em reais a uma taxa de aproximadamente 5,20 reais. Podem sair nas próximas semanas. Esses reais engordados por uma câmbio alto, vão engordar com juros altos e vão sair de volta para os bolsos de seus donos no exterior pagando dólar a 4,70 reais, digamos. Exemplo: o investidor gringo traz um bilhão de dólares, converte para 5,2 bilhões de reais, aplica a 13,75 e seu saldo vai para 5,915 bilhões de reais. Para sair do Brasil este saldo é convertido em dólares a 4,70. Assim 1 bilhão de dólares entrou. Um ano depois saem 1,258 bilhão de dólares.

Moraes vota para tornar réus vândalos do roubo da Constituição e o que quebrou relógio raro

O STF deu início ao julgamento do oitavo lote de denunciados pela PGR contra os terroristas investigados por envolvimento nos eventos golpistas ocorridos em 8 de janeiro. O Supremo vai deliberar sobre a possibilidade de imputar à condição de réus a outros 45 denunciados pela PGR. Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes manifestou voto para receber as denúncias. Essa é a oitava sequência de denúncias apresentadas pela PGR. Pelo histórico das 7 anteriores, o placar da votação deve ficar em 8 a 2. Ou seja, os ministros Nunes Marques e André Mendonça, indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), devem votar pelo não acolhimento, pelo Supremo, das denúncias da PGR.

As novas caras do neonazismo no Brasil

Na forma de encenações, dramatizações, fantasias ingênuas, esvaziamentos simbólicos, a higienização da memória move suas peças no tabuleiro do ódio. Reconhecer o neonazismo em suas novas formas, dando-lhe a devida gravidade e chamando-o pelo nome, passa por reconhecer que a memória — em vez de uma rememoração vazia de tempos distantes — é um intrincado campo de batalha.  Será nesse campo, agravado por uma era que rompe seus laços com o passado, que a bifurcação entre civilização e barbárie será, mais uma vez, decidida.

Hoje quando há uma guerra contra o nazismo é hora de reler Stalin

Zyuganov falou sobre as três lições principais da era Stalin. “A primeira é o desenvolvimento avançado. A segunda lição é coesão e unidade e a terceira lição foi a conquista da paridade estratégica”, disse o líder comunista. “Stalin se foi, mas sua grande obra continua a viver em nossos corações, pensamentos e aspirações, em nossa memória histórica”, destacou o líder do Partido Comunista da Federação Russa.

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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