A loira do banheiro do colégio Canadá

Dizem que os banheiros femininos escolares foram, por longos anos, assombrados por uma menina loira, uma lenda contada aos quatro cantos do Brasil. Segundo Dino Menezes, a estória tem origem no santista Colégio Canadá.

A conhecida lenda, segundo a revista Nove, tem muitas versões e provavelmente “já assombrou seus anos de escola”. Começa assim:

O caso aconteceu em uma manhã de 1944, quando o colégio tinha o professor Zacarias Farias como diretor. No dia do ocorrido, o diretor foi chamado para uma emergência no banheiro feminino da escola: uma aluna havia cortado os pulsos e desmaiado, mas quando caiu, bateu a cabeça no vaso sanitário, o que causou sua morte. A jovem em questão era Luciana, de 15 anos. Luciana tinha uma melhor amiga e confidente, Marcinha, com quem costumava matar aula no mesmo banheiro.

Dizem que o que motivou o suicídio de Luciana foi a notícia de que Marcinha seria mandada para um convento de freiras. Acontece que, além da amizade, muitos na escola comentavam que as duas escondiam também um romance. O romance teria sido delatado por um outro colega, e o pai de Marcinha teria tirado a filha da escola por conta disso, mandando a jovem para um convento no interior do estado. O medo da repercussão do ocorrido fez com que Luciana decidisse colocar um fim em sua vida.

Como se a história já não fosse assustadora o suficiente, não acabou aí.” (+311 palavras, Revista Nove)

Dino Menezes e a Revista Nove contam outras “histórias assombradas” da Baixada Santista, que até geraram um roteiro turístico na cidade de Santos, em visita aos locais retratados.

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Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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