Nelson Mandela: uma crônica de liberdade e humanismo

“Depois que me tornei presidente, pedi ao meu acompanhante que fossemos almoçar em um restaurante. Sentamo-nos e cada um de nós pediu o que queria. Na mesa da frente, havia um homem esperando para ser servido. Quando ele foi servido, eu disse a um dos meus soldados: vá e peça àquele homem que se junteContinuar lendo “Nelson Mandela: uma crônica de liberdade e humanismo”