Manchetes do dia – 6.11.2026

Jornal GGN – O Copom interrompeu o ciclo de cinco cortes consecutivos iniciado em março de 2026. A decisão mantém os juros em patamar considerado substancialmente contracionista pelo próprio Banco Central. O comunicado também trouxe uma mudança importante na orientação da política monetária: em vez de mencionar a magnitude total do ciclo de calibração, como na comunicação anterior, o Copom afirmou que continuará acompanhando a evolução do cenário para manter a restrição adequada e assegurar a convergência da inflação à meta.

Jornal GGN – A proposta de André Lara Rezende se concentra na reformulação da política monetária para resolver um gargalo estrutural da economia brasileira: os juros básicos excessivamente elevados. Sem abandonar a meta de inflação, a proposta busca aperfeiçoá-la por meio de mudanças na governança do mercado monetário e na condução da taxa Selic.

Vermelho – A geração de vagas em setembro foi generalizada, com quatro dos cinco grandes grupos econômicos registrando saldos positivos. O setor de Serviços foi o grande protagonista, abrindo 81.241 postos. A Indústria (+19.285), o Comércio (+15.697) e a Construção (+9.468) também contribuíram para o resultado nacional. Geograficamente, o Nordeste liderou a criação de vagas no mês, com 49.142 novos postos, superando o Sudeste (39.404). O Norte (14.748), o Sul (9.949) e o Centro-Oeste (7.894) também fecharam o mês no azul.

Sputnik – A preocupação está o swap (troca de moedas) de US$ 20 bilhões (mais de R$ 109,19 bilhões) que o Tesouro dos EUA, sob a gestão de Scott Bessent, firmou com o Banco Central da Argentina em outubro de 2025, em plena campanha legislativa no país. A Casa Rosada chegou a utilizar US$ 2,5 bilhões (cerca de R$ 13,65 bilhões) antes das eleições, devolvendo o montante em dezembro daquele ano; contudo, a linha de troca de moedas permanece vigente.

Daqui a pouco no Brasil e o mundo

Hora do Povo – edição nº 4.073

Publicado por Iso Sendacz

Engenheiro Mecânico pela EESC-USP, Especialista aposentado do Banco Central, diretor do Sindicato dos Escritores no Estado de São Paulo e da Engenharia pela Democracia, conselheiro da Casa do Povo, Sinal, CNTU e Aguaviva, membro do Partido Comunista do Brasil. Foi presidente regional e diretor nacional do Sinal. Nascido no Bom Retiro, São Paulo, mora em Santos.

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